Pela primeira vez neste blog postarei um roteiro que, além de ser o preferido dentre os que já fiz, é a minha indicação para quem quer começar a viajar de bike: a Rota Márcia Prado. Tentarei ser bem didático e ilustrar bastante, pois tenho inúmeras fotos deste passeio lindo, ideal para fazer de mountain bike. Atenção: é possível fazer de speed, mas eu não recomendo, pois há trechos de terra que farão sua bike sofrer um pouco, então prefira uma bike híbrida com pneus de terra ou slick (com, no mínimo, 1.5 de largura).

Reparem que a bike do centro é uma speed. Deu bastante problema - né, Laurent? - mas chegamos lá. Repito: não recomendo descida de speed pela Márcia Prado. Foto tirada por Marco Noguti na Estrada de Manutenção. A vista é muito bacana e passar por entre as enormes pilastras que sustentam a Imigrantes é muito legal. Na chuva, então, não tem preço, pois formam-se inúmeras cascatas de 50 metros de altura das pistas da estrada que passamos através enquanto descemos.
Este passeio, de 95,9km, por mais divertido que seja, tem trechos um pouco perigosos no final e exige certo preparo físico e atenção, então antes de decidir fazê-lo, recomendo um treino durante a semana de uns 30km diários e uma boa noite de sono para não abusar do seu corpo. O caminho corta a Serra do Mar, que é um dos maiores complexos de cachoeiras do país. Há algumas no caminho onde é possível parar para se refrescar, sempre com o devido cuidado e atenção à sua bike. Você não vai querer perdê-la por molecagem, então preste bastante atenção nas dicas e nos detalhes da rota.

Uma das inúmeras cachoeiras do trajeto. Sempre redobrem a atenção nas bikes. No meu caso, como estávamos em 5 pessoas, prendemos uma bike na outra e levamos TUDO conosco, alforjes, selim, bolsas e faróis, para não chamar atenção. Cuidado com as macumbas que a galera faz em algumas pedras: as velas derretem e podem se tornar uma armadilha escorregadia.
A primeira vez que fui foi na descida oficial, com mais de 900 ciclistas, junto com Marcelo Iha, companheiro inseparável de pedal. Depois, nas vezes em que fui fora de dias de eventos, como não há suporte do governo como carro de apoio, sempre procurei ir com mais de três pessoas, por segurança e por ser mais divertido que ir sozinho na minha opinião. Se for sua primeira vez, você vai penar um pouco, mas caa gota de suor vale a vista do Oceano Atlântico a 700 metros de altura, descidas deliciosas, paisagens de tirar o fôlego e cachoeiras maravilhosas. Vamos ao que interessa:
Histórico da Rota
Márcia Prado foi uma ciclista que morreu em um acidente na Avenida Paulista envolvendo um ônibus. Hoje, há um monumento (uma bicicleta branca) no local onde aconteceu o acidente e, ao passar pela Paulista sentido Consolação, é possível ver a bicicletinha branca em um canteiro de jardim. A rota foi batizada com o nome da ciclista porque essa rota foi a última viagem que ela realizou antes de falecer, enquanto procurava um meio de descer para a baixada santista que não precisasse correr risco de vida e que não fosse ilegal.

Este é o símbolo da Rota Márcia Prado, uma imagem do contorno da própria ciclista feita provavelmente com um simples efeito "stamp" de Photoshop a partir de uma foto real de Márcia sem as mãos no guidão. A foto foi tirada justamente na viagem para Santos.
Hoje em dia, há algumas dificuldades em fazer o trajeto em virtude de alguns acidentes fatais que já aconteceram com ciclistas que foram sem noção e também devido a dois trechos peculiares na rota: uma pequena parte que pega a Rodovia dos Imigrantes pelo acostamento, e um trecho, já no final, que corta uma favela em São Vicente e pode ser um pouco perigoso. Por isso, as autoridades tentam convencer os ciclistas a não fazer a rota. A dica é ir em um pequeno grupo, de no mínimo três ciclistas. O número ideal seria quatro. Para a felicidade geral, foi criado um desvio da favelinha, que pega o final da Rodovia dos Imigrantes e que será explicado quando chegar a hora.
Mapa e altimetria
A Rota Márcia Prado, ao contrário do que todos pensam, não é só descida. Existem muitas subidas, embora em proporção muito menor que as descidas. O trajeto passa por asfalto, cascalho e terra, com bastante pedras soltas, principalmente quando não chove. Por outro lado, quando chove, a rota fica uma maravilha, pois tem uma drenagem muito boa e a terra fica batidinha, mais fácil de pedalar.
Rota de bicicleta 770836 – powered by Bikemap
Analisando o mapa, é possível ver com clareza (ainda mais usando a lupa + e -) cada detalhe e curva da rota. Abaixo do mapa, a topografia mostra que o início é bem mais difícil que o final, já que começamos a 700 metros de altura, subimos um pouco perto da Ilha de Bororé, depois enfrentamos um terreno bem desnivelado em Bororé. Após a ilha e o trecho de estrada, vem a estrada de Manutenção, que é a parte mais legal, só de descida, com apenas três subidas relativamente íngrimes. Placas como a da foto abaixo são comuns no trajeto, mas como são placas comuns e fáceis de serem adulteradas, é sempre bom levar anotado os nomes das ruas e as direções certas a tomar e perguntar para as pessoas que moram por lá como fazer para chegar na estrada.

Placas indicando a rota são encontradas por todo o caminho, mas são muito fáceis de ser tiradas. Nas bifurcações, se não tiver olhado o mapa direito, pergunte a alguém nos estabelecimentos comerciais da região como se faz para chegar na Imigrantes. No chão também há, vez ou outra, e principalmente na Estrada de Manutenção, setas e bicicletas pintadas no chão indicando o caminho correto.
Preparação
Em primeiro lugar, é preciso saber quanto tempo você pretende ficar em Santos para calcular o peso da bagagem que vai levar. Aqui, falarei de um cenário ideal, onde só existem ciclista e bicicleta. É muito importante ter preparo físico, ou seja, não vá para a balada no dia anterior, alongue-se bem antes e a cada parada, e procure estar focado.
Leve protetor solar, pois se pegar sol forte na serra, poderá sofrer sérios danos na pele. Roupa de banho é bem vinda por baixo de sua roupa, pois as paradas nas cachoeiras são obrigatórias. A graça não é chegar em Santos, mas sim conhecer a estrada, que é maravilhosa. Leve no mínimo duas garrafas de água. No início há bastante lugar para parar, mas a segunda metade do trajeto não tem nenhum posto para reabastecimento.

Passando protetor. Sei que é uma cena feia, mas estou sendo didático!
Segue a lista de itens indispensáveis para a Rota Márcia Prado:
-Protetor solar
-Duas garrafas d’água. É possível encher nas cachoeiras, mas nunca é bom arriscar. Qualquer tipo de água, mesmo natural, sempre tem bactérias que podem ser nocivas ao seu equilíbrio intestinal. Piriri é uma droga.
-Freios muito bem revisados. As descidas são íngrimes e é possível pegar velocidade, mas há muita curva fechada e a mureta que separa a vida da morte tem uns 20 centímetros de altura.
-Câmera reserva. Uma é bom, duas é ótimo.
-Kit reparo (com espátulas, remendos, lixa e cola). Se furarsuas quatro câmeras, você é azarado, mas ainda pode tentar terminar o trajeto com um remendo nelas.
-Barras de cereal ou algo do tipo. Há a possibilidade de paradas diversas e comidas infinitas, mas é sempre bom garantir uma comidinha que te de energia para pedalar mais um pouco caso a próxima parada esteja muito longe.
-Câmera fotográfica. Acredite: vale a pena.
-Bicicleta REVISADA. Nem precisava falar.
-Capacete
-Luvas
- Um saquinho para colocar o lixo é sempre bemvindo, já que cicloturismo é uma modalidade que visa a preservação ambiental. Não suje a Rota!
-Pneus slick 1.5 ou pneus de terra. Se escolher os slick, vai fazer o trajeto mais rápido, pois a maioria do caminho é asfaltada. Caso escolha os de terra, vai penar muito menos na Ilha de Bororé e em Itaquacetuba, município próximo a São Bernardo logo antes de chegar na Rodovia dos Imigrantes, pois lá as ruas são bem esburacadas, tem bastante terra e pedras soltas, além das subidas e descidas. Em compensação, no asfalto seu pedal vai render menos que com o pneu slick devido ao pouco atrito das travas com o chão mais liso.
1º trecho: Ciclovia Rio Pinheiros (km O a km 15)

A parte mais fácil da viagem, a Ciclovia Rio Pinheiros.
O trecho mais fácil e sossegado. Ainda dentro de São Paulo, plano, liso, asfaltado, sem carros, mas com umas lombadas chatas pra cacete. Neste trecho não há paradas, senão é melhor desistir, pois o que vem pela frente é bem pior. A entrada da Ciclovia fica na Estação Vila Olímpia da CPTM. É preciso atravessar a MArginal pela passarela com a bike no braço para chegar à ciclovia, que está margeando o rio até a Represa de Guarapiranga. Ao chegar no final, verá um portão e você deverá pegar a sua direita na rua, que vai dar em uma ponte em poucos minutos, e então você já venceu a primeira parte da viagem.
2º trecho: Saindo da cidade de São Paulo (km 15 a km 26,5)

Esperando a balsa para ir para a Ilha.
É aí que você vai decidir ir até o fim ou não. Esta é a parte mais chata de toda a trip. Há subidas razoáveis, tudo ainda é asfaltado, mas com muito buraco, e o trânsito é bem chatinho, com pistas estreitas e motoristas folgados. Tome cuidado. Nesta parte, também aconslho anotar o nome das uas, pois é o trecho onde você mais terá entradas à esquerda e à direita. Depois é mais reta em estrada. Para perguntar para as pessoas na rua, sempre pergunte pela balsa para a Ilha do Bororé.
Após pegar à direita e atravessar a ponte, siga pela rua Miguel de Barros, que logo mudará de nome para Rua Manoel Caldeira. Esta mesma reta mudará de nome novamente para Rua Jequirituba e depois para Rua Dr. Oscar Andrade Lemos. Quando chegar naestação Grajaú, vire à direita na Avenida Da. Belmira Marin e pronto, siga nela até o final. Ela vai acabar na Balsa para a Ilha do Bororé. Existem placas indicativas conforme for chegando mais próximo à Ilha. A balsa é gratuita tanto para bikes como para carros. Espere no asfalto, pois é preciso aguardar os carros que chegam sair para poder entrar.

Tchurma esperando balsa
Este trecho, além de ser o mais chato, é o mais feio do trajeto também, então quase não tenho fotos, com exceção desta abaixo já na balsa. É importante dizer também que neste trecho há duas bicicletarias. Eu indico a Bicicletaria Coelho, que fica em uma travessa da rua que fica mudando de nome bem na altura do supermercado. Pergunte na região se precisar e , se tiver esquecido, compre as suas câmeras reservas por lá.
3º trecho: Ilha de Bororé (km 26,5 a km 33,5)

No Bororé existem mercadinhos e lugares para comer alguma coisa e a população é bem bacana. Encontrei um ciclista exótico uma das vezes que fui. O lugar é calmo e lembra uma cidadezinha do interior
Agora a viagem começa a ficar mais bonita e prazerosa. Saindo da balsa, não tem segredo. É um caminho só, pela Estrada Velha do Bororé que muda de nome para estrada de Itaquacetuba – nome do próximo trecho. Vai dar na segunda balsa, para voltar ao continente. O trajeto é calmo e há vários estabelecimentos para tomar algo ou comer alguma coisa rápida. É um bom lugar para fazer uma paradinha rápida. No final, verá uma balsa igualzinha a outra que pegou, também gratuita e que funciona no mesmo esquema, tem qu eesperar os carros que chegam sairem primeiro.
4º trecho: Itaquacetuba (a cidadezinha ao lado de São Bernardo do Campo) (km 33,5 a km 45,5)

O trecho mais radical da viagem fica logo depois do Bororé. Terra, cascalho, pedras soltas, e muita força e preparo para umas subidas nervosas.
Para que curte trilha suja, este é o trecho mais legal da viagem “bicicletísticamente” falando. É também o trecho mais técnico, pois é preciso distribuir bem o seu peso nas subidas para não travar e ter que empurrar a bike. Se forçar muito para frente, a roda de trás vai deslizar em falso nas pedras soltas ou na terra. Se sentar muito no selim, a roda da frente pode até empinar. Pegue embalo sempre que der e suba em marchas mais leves. Neste trecho você pode usar apenas a marcha da frente do meio e ir regulando apenas o câmbio de trás. Nas descidas, muito cuidado, pois há bastante buracos, e uma ou outra curva mais fechada.
Muita atenção aí, pois existem muitas bifurcações e você pode se perder feio. Pergunte nos lugares o caminho para a estrada Imigrantes e procure ir seguindo as placas da Rota Márcia Prado e os fios de eletricidade dos postes que vão dar na estrada.
Nesta parte, também é importante prestar atenção nos nomes das estradas, mas não há placas, então memorize bem o mapa!
Siga pela Estrada de Itaquacetuba, que continua após a travessia de balsa. Pergunte pela Estrada Rio Acima - pelo nome, você já imagina que há subidas, e elas são bem técnicas. Vire à direita na estrada Rio Acima e você verá bem na esquina, do outro lado da rua, um mercadinho. Se quiser, pare para comer ou beber algo. Continue nesta estrada e faça a primeira bifurcação à esquerda, atravesse uma estradinha de terra, e mantenha a esquerda nas bifurcações, e você entrará na Estrada do Matarazzo. A paisagem já será pura MAta Atlântica e o ar fica muito bom de respirar, a não ser que esteja muito seco, porque aí os carros que passam levantam muita poeira. No final, você passa por baixo da Rodovia dos Imigrantes e sairá do outro lado da estrada.
5º trecho: Rodovia dos Imigrantes (km 45,5 a km 53,5)

Acostamento. A única hora em que algum policial pode vir encher o saco.
Agora você tem duas opções. Se decidir passar por baixo da Imigrantes e pegar o acostamento na contra-mão – o que eu recomendo, pois poupa uma volta chata na curva de interligação -, basta pedalar pelo acostamento até o Rancho da Pamonha, que fica uns 2 km depois de passar por baixo da ponte da interligação Anchieta/Imigrantes. Caso decida sair na estrada no mesmo sentido dos carros, você deverá pedalar até a interligação, seguindo a direita na estrada, dar a volta completa na ponte, fazer um “8″ e sair do outro lado. Ao sair do outro lado, pegue a esquerda. Você deverá continuar no mesmo sentido que já estava, agora na contra-mão dos carros.

Parada obrigatória no Rancho da Pamonha!
Faça uma parada no Rancho da Pamonha e coma algo. Esta é sua última oportunidade de parada na viagem e ainda falta metade, então reabasteça, vá ao banheiro, cheque seus freios novamente, e pronto! Agora é só continuar pelo acostamento na contra-mão por mais um quilômetro mais ou menos. Você deve prestar atenção à sua esquerda, passará uma entrada falsa e depois verá uma entrada que fica bloqueada com aqueles blocos de concreto amarelos e cinzas enormes que parecem Lego. Aí é a entrada para a Estrada de manutenção e para a felicidade. Vai começar a descida de fato.
6º trecho: Estrada de Manutenção da Dersa (km 53,5 a km a km 72,5)

Preste atenção neste trecho, você deverá ver uma paisagem como esta no início da estrada de manutenção. Depois, há um trecho com o chão de asfalto cheio de costelas, que é a primeira descida, e então começa a ficar liso e as árvores ficam maiores. Você está descendo.
É hora de gritar e comemorar. A viagem agora fica deliciosa, mas prepare os braços porque você vai apertar muito o freio daqui pra frente. Há placas e bicicletinhas desenhadas no chão indicando o caminho certo, e em toda a descida há apenas três subidas, para passar por cima dos túneis da estrada. A Estrada de Manutenção da Dersa é bem deserta, não há carros, e você pode encontrar outros ciclistas subindo ou descendo também. É aqui que ficam as cachoeiras. Vejam algumas fotos deste trecho:



Esta queda d'água é a primeira onde você pode se refrescar. Ela fica do lado de um túnel que dá na rodovia, mas não entre no túnel. Além de proibido, é perigoso porque os carros do outro lado estão a 80km/h. Se sua água tiver acabado, pode encher as garrafinhas aqui. Eu nunca tive problema.

Em vários trechos você conseguirá ver a cidade de Santos e São Vicente ao fundo e, se o céu estiver limpo, poderá ver o mar a 700 metros de altura. No final da descida, verá umas placas discriminando o Núcleo Itutinga do Parque Estadual Serra do Mar. Siga sempre as bicicletinhas desenhadas no chão e, na última bifurcação, você terá que fazer uma escolha: ou subir uma ladeira íngrime que vai dar na Rodovia dos Imigrantes, que é mais seguro, ou então descer e passar em uma cancela com uma guarita e um guarda chato que vai tentar te convencer a não seguir por lá. Se ele não deixar de jeito nenhum, volte e suba para ir pela Imigrantes.
7º trecho
A: Parque Estadual Serra do Mar – núcleo Itutinga (km 72,5 a km 77)
Se optar por descer, tome muito cuidado, é o trecho mais perigoso da viagem porque você atravessará uma favelinha de uma comunidade à beira do rio, e a galera lá fica de olho nas bikes. Há vários registros de assaltos, então o que eu recomendo é que pare na cancela, cheque os pneus e freios e vá numa pegada só até a estrada que dá em Santos. Ao passar pela cancela, poderá escolher ir pela esquerda ou pela direita, as duas opções acabam na estrada final.
Pela esquerda é mais esburacado, então eu sempre prefiro ir pela direita. Você vai sair atrás de uma balança de pesar caminhão que parece um prédio abandonado próximo à Petrobrás, e verá a estrada e o que será o seu último trecho antes de entrar em Santos. Neste trecho não tenho fotos porque não quis correr o risco de parar.
Tanto pela esquerda quanto pela direita há bicicletarias bem simples, para caso dê algum problema. A do lado esquerda é logo no começo do trajeto, e a do lado direito fica no meio. É o fim da descida, agora só tem reta.
B: Novo atalho pela Imigrantes (km 72,5)
Caso decida ir pela Imigrantes, é só escolher subir esta última subida até chegar na estrada e ir pedalando, com cuidado, até chegar na estrada no nível do mar. É o fim da descida. Agora só tem reta.
8º trecho: De volta à Rodovia (km 77 a km 90,5)
Aqui não tem segredo. Siga pelo acostamento da Rodovia, sempre prestando atenção nas placas que dizem “Alemoa, Porto ou Santos” até avistar o monumento da cidade que é um peixe estilizado. Parabéns, você chegou em Santos!
9º trecho: Da entrada de Santos ao mar do Gonzaga (km 90,5 a km 95,6)

Entrando em Santos, siga reto pela rua principal, com um canteiro central com coqueiros. Logo, surgirá uma ciclovia neste canteiro central. Use-a e você acabará na Rodoviária da cidade. Se achar que seu passeio acabou, compre uma passagem na rodoviária e volta para a estação Jabaquara em São Paulo. Se quiser chegar no mar, continue pela ciclovia, atravesse um túnel pela pista marginal e continue reto até chegar a uma bifurcação que tem um Mc Donalds. Vá pela direita, pela Avenida Ana Costa, E siga ela até o fim que chegará na praia. Chegando na praia, vá para a esquerda até chegar neste ponto da foto abaixo. Prontinho!

Uma praça bem no centro da avenida da praia, na altura do Canal 3, com as bandeiras dos 26 estados brasileiros. Um ótimo ponto de chegada para a foto final.
Considerações finais
Em Santos há várias coisas legais para fazer, como ir para a Ilha Porchat e visitar o mirador de Oscar Niemeyer, o Orquidário, a Vila Velha de São Vicente – esta é em São Vicente; shoppings e cinemas, o Aquário de Santos, o Museu do Mar e a própria praia, que no final da tarde fica cheia de campos de futebol com gente que pode deixar você jogar, se ainda tiver pique.
Espero que tenham gostado de como detalhei a rota e que possam fazê-la e depois me contar como foi. Se puder, deixe um comentário com sugestões, correções ou críticas e elogios. Se não quiser comentar, ao menos entre nos comentários para ver se há alguma outra dica importante para essa viagem. Bom pedal!

Muito bom e ilustrativo! Deu vontade de fazer a rota!
abraços
Obrigado pela parte que me toca! hahahah
Nossa viagem, apesar de todos os perrengues que deu, foi absolutamente sensacional.
Vou ser sempre grato pelo convite!
[...] São Paulo – Santos via Rota Márcia Prado – Mastigadinha [...]
PO CARA….SHOW DE BOLA..
NAO SOU CICLISTA…..MAS AMO BIKE .. E ESTOU QUERENDO ENTRAR PRA ESSE MUNDO….MAS PRECISO DE ALGUMAS DICAS BASICAS,, POR EXEMPLO
POSSO DESCER PRA SNTOS..COM UMA BIKE NORMAL…EM BOM ESTADO?
POSSO DESCER SOZINHO?
E PRECISO TER MUITO TEMPO DE EXPERIENCIA PRA SE AVENTURAR ASSIM?…DESDE JA..VLEU BROTHER…E SUCESSO…..SE PUDER ME RESPONDER ESSAS PERGUNTAS BASICAS FIKAREI MAIS GRATO…..E PARABENS PELO TRABALHO….SENSACIONAL
Olha, Felipe, é super fácil entrar para “esse mundo”. Nesse final de semana mesmo eu desci com três pessoas que eram “virgens de estrada” e a única bike que deu problema foi a minha, que era a que tinha peças melhores, para você ver a ironia. Desceram duas Caloi 100 comigo e as duas aguentaram numa boa. Sozinho eu não aconselho, pois além de outra pessoa para ajudar caso dê problema, é mais seguro e se vc cai, também tem alguém para ajudar. Uma bike normal depende de qual bike for, é claro, cada rota possui especificações para determinados tipos de bikes. As de asfalto são possíveis de serem percorridas com qualquer bike, mas aí depende do seu conforto nela, pois você irá pedalar bastante. Quanto a aguentar, sugiro que faça treinos leves, como um dos iniciantes que desceu comigo e pedale uns 15 km por dia por umas duas semanas, depois aumenta para 30 antes de descer. Em um mes e meio, dois você já aguenta fazer um trajeto mais longo, sempre respeitando seu corpo! Abração!
Muito bacana seu blog cara! Voltei a andar de bike a 2 meses e desde então venho sempre acompanhado o forum PEDAL, e lá achei seu post a respeito da rota Marcia Prado, e venho curtindo muito suas publicações,eu já tinha ouvido falar nessa rota e pensava em faze-la um dia, e depois de ler seus relatos fiquei com mais vontade ainda, só preciso melhorar meu condicionamento e fazer uns ups na bike.
Abraço
Obrigado, Eduardo! Essa rota eu pretendo fazer todo mês porque ela é muito legal! Minha preferida, de longe, porque tem cachoeira e quase todo tipo de terreno. Assine o blog e curta a página do Pedivelha no facebook http://www.facebook.com/pedivelha. Se puder divulgar para mais gente que tenha interesse em viajar conosco também agradeço! Abração!
Oi Gustavo, muito bacana o seu blog! Eu, minha esposa e alguns amigos estamos começando no mundo bikers e gostaríamos muito de fazer a rota Márcia Prado. Se vc for fazer a rota novamente e puder dar um toque ficaríamos agradecidos,
abraço,
Samuca
Eu faço essa rota todos os meses. Deixa o email ali na coluna do lado e entra no facebook do Pedivelha que quando tiver eventos vão saber! Abraços e obrigado!
Gostaria de ser informado também, obrigaduuu.
Pedro, coloca seu email ali no lado esquerdo, no campo de colocar emails, que vc vai receber os convites para os eventos!
[...] http://pedivelha.com/2011/03/17/rota-marcia-prado/ [...]
Primeiro, parabéns, muito show a sua reportagem. Sou Paulista e estou morando em Fortaleza a 8 anos, onde pedalo em grupo.
Estarei em SP no final deste mês e gostaria de fazer este percurso.
Você pode me informar se todos os sabados tem gente pedalando por lá?
Tem como saber se havera algum grupo descendo no sabado?
Pretendo iniciar a descida por volta das 7 horas sabado 30/4
algum telefone para contato? visite youtube =(super 20 – trilha da ponte)
abraço
Cido.
Valeu , Cido! Cara, minha família é de lá e eu sempre desço! Me dá um toque e vamos juntos se eu não tiver marcado outro pedal! 11 77651516. Sempre tem gente pedalando lá, mas é muito cedo, e é só speed. Para fazer a rota é difícil cruzar vários ciclistas. Só cruzei um grupo uma vez! Abraços
Gustavo,
Parabéns pela matéria! Poxa, diria que foi uma aula sobre o caminho!
Estamos em um grupo de mais ou menos 20 pessoas e vamos descer este domingo!
Um abraço,
Marcelo.
Esse foi feito com carinho, eu adoro a rota. Não vão de speed, hein! Eu to indo no sábado, se quiserem vir junto! Abraços!
[...] http://pedivelha.com/2011/03/17/rota-marcia-prado/ [...]
Olá Gustavo, conforme disse acima 14/04 confimo que estou indo a SP chego 27/04 e tenho livre o dia 30/04 sabado. Pretendo fazer a descida, você vai poder ir? Caso não possa me informe se tem algum outro passeio programado.
Abraço
Cido
Fortaleza – Ce
Cido, eu até animo de descer, a única coisa é que eu queria fazer pela Imigrantes e Manuntenção ao invés de Grajaú, Bororé e Manutenção, pois é muito demorado e eu queria chegar logo para aproveitar o dia! Vamos?
Vamos sim, pra mim tá ótimo. Sairemos de onde? Pegaremos a ciclovia descrita acima?
Par mim será um bate-volta. A intenção é fazer a descida, registrar tudo, para depois dividir a experiência com os colegas daqui.
Onde te encontro sabado 30/04 ? A que horas?
Cido.
Cido, vamos combinar por telefone, me manda um email no [email protected]? Abraços
to afim de ir no sabdo tb dia 30…. vcs vao sair de onde ? vamos pelo grajau.. é bonito.. passa pelo bororé… etc !
Igor, como assim o Grajaú ébonito? É horroroso!! hehehe. Bonito é depois da primiera balsa, na Ilha do Bororé. Então, a gente já desceu pelo Bororé muitas vezes e neste final de semana queremos chegar mais rápido, então vamos pular a parte da terra e das subidas e vamos direto pela imigrantes até a entrada da Manutenção. Vamos?
Olá Gustavo, já estou de volta em fortaleza – ce, preparando um album com as fotos da viagem a santos, depois vou te enviar todas, como você pediu.
Realmente foi uma experiencia fantastica, sem igual, obrigado por tudo, sem a sua ajuda como guia, nos perderíamos com certeza. Impressionante ver a serra de perto, apreciando cada curva, incrivel ver de baixo as colunas que sustentam a imigrantes,impossível descrever a sensação, só indo ver com os próprios olhos, a natureza viva, muito verde, os passaros, as cachoeiras, tudo muito especial,
abraço aos companheiros de viagem, creio que faremos outras viagens juntos,
Cido…. [email protected] ….. eu vivi tudo isso.
Poxa Cido, palavras como esta alegram o meu dia e me motivam a continuar fazendo esses passeios! Obrigado pela sua companhia, também adorei essa descida, e ainda demos sorte de o tempo abrir bonito quando começamos a descer, né?! Espero que tenha feito boa viagem de volta à Fotaleza e que volte mais vezes! To esperando as fotos! As nossas já estão no Facebook! http://www.facebook.com/pedivelha
ola gustavo…vc sabe qdo vc vai novamente?
Olá ,quando terá um pedal assim ,me convida ?
Sou ciclista ,estou sem amigos para pedalar .
ABS.
Ainda não sei quando será o próximo! Dia 19 de junho haverá uma descida para quem nunca foi organizada pelo Gilberto, tá no grupo Manu 1ª Vez do Facebook! Estou com emprego novo e fazendo o possível para voltar a viajar de bike o quanto antes. Avisarei a todos assim que puder! Obrigado pela paciência e desculpem novamente o sumiço! Abraço Alex!
Dia 19 vai rolar! Inscreve seu email no site que eu devo postar na próxima semana! Abraços!
Caro Gustavo,
como está a questão de autorização ou não para descer a estrada da manutenção? Está liberado ou tem que ir na sorte?
Minha intenção é ir de SP a Santos no fim de agosto. Sairei do Terminal Tietê. Não farei a parte da ilha, apenas imigrantes e manutenção, mas estou na dúvida, pois li relatos sobre a proibição de descer a estrada e da viatura da polícia no Rancho da Pamonha.
Obrigado e abraço.
To indo no dia 19, se quiser vir junto. Não há problemas para descer não. Ao menos eu nunca tive e já desci uma dezena de vezes. Abraços!
Esse pedal do dia 19 vai partir de onde? Da imigrantes? Da ciclovia? Ciclofaixa? Me animei a ir, mas não aguentaria os 90 km pedalados, 50km de pedal sem muitas subidas e descidas eu aguento com esforço moderado-alto. Sofreria muito pra acompanhar voces? Sofreria muito se partisse da primeira balsa para chegar em Santos?
Rafael, partiremos do Habibs que fica ao lado do Metro Jabaquara. No total dará menos de 80 km, então acho que não tem problema, já que existem apenas umas 7 subidas de uns 200 metros cada. Além disso, o passeio será em ritmo bem leve, e ainda estamos prontos para rebocar quem tiver muito cansado no final. Até a descida são 30 km de retão na Imigrantes, depois é a descida (15) e depois mais uns 20 e poucos de retão na imigrantes no final. Abração e te vejo domingo, certo?
Gustavo, o caminho então será Imigrantes direto até o começo da Rota Márcia Prado? Que horas voces se encontrarão no Jabaquara? To pensano se vou ou não ainda, amanhã vou tentar pedalar uns 50 km em ritmo moderado e decido. Mas não vou dar certeza antes. Quantas pessoas vão no passeio?
Não, velho, esquece a rota Marcia Prado. Nós vamos pela Manutenção, não tem terra e é bem menor e mais fácil, fica tranquilo. Abraços e até domingo
Gustavo, da próxima vez eu vou, pedalei 50 km hoje em duas horas, até a próxima viagem que voces forem estarei melhor.. ai vou sem medo de travar no meio do caminho. Mas e ai como foi a viagem? Tem fotos?
Abraços
quando for de novo me avise
Oi Renato, tudo bom? Deixe seu email no campo na coluna da esquerda do site que você ficará sabendo de todas as viagens! Abraços!
Pessoal, atualmente não faço parte de grupo de ciclistas e tenho pedalado pelas ruas de São Paulo sozinho. Gostaria de “descer” para Santos com vocês; ou seja, estou me convidando…né? Abçs. Neto.
Antonio, não é um grupo fechado, você é mais qe bem vindo! Fique ligado no Facebook e aqui para a próxima descida, que ainda não tem data, mas assim que tiver, é so´vir!
E ai Gustavo, blz? Não aguentei esperar, acordei no sabado as 5:00 hs. peguei minha bike e sai pedalando.
fui de S.Bernardo até a praia grande.
Quando chegou no rancho da pamonha desci mais um pouco na contra mão
e cheguei até a “manu” nossa cara muito maravilhoso a paisagem é muito legal
a estradinha também é boa.
fui sozinho e deu tudo certo nenhum tombo e nem problema na bike!!!
se eu pegar esse caminho “B” pela imigrantes tem acostamento? para chegar até a praia grande acho que é mais perto!!!
vlw abração!!! sabado que vem vou de novo!!!
legal! esse é o espírito!! da próxima vez tenta descer até o final! siga as orientações, hein! abraços
dia 10/12 vou descer até Praia Grande, mas fiquei com a mesma dúvida do Luis Renato: Em que trecho exatamente e por onde é mais seguro chegar lá? To estudando a rota aqui pra não ter nenhum imprevisto.
É muito bom ler relatos de cicloturismo como este, bem detalhado e com fotos. Parabéns pelo blog.
Victor, agora com a nova pintura na manutenção está bem fácil, é só seguir as pinturas no chão, que tem setas dizendo qual cminho pegar nas bifurações. A última delas você subirá a invés de descer, fique atento, e aí nem passará na favelinha. Descerá no último túnel da imigrantes, e aí fica sempre à direita para ir pra Praia Grande
estou querendo fazer esta roda com mais 3 amigos meus , quem tiver dicas para nos ajudar será bem vinda e para quem quiser acompanhar nosso passeio será bem vindo tambem. meu email é [email protected]
E aí galera, tudo belezura?!
Então já fiz a descida pela estrada Velha de Santos, contudo a rota M Prado ainda não. Sou novato em tudo nesse assunto e não tão em forma assim como o que tenho visto, mas acho que com uma galera legal daria para realizar esse passeio. Somos em três amigo e queremos saber se tem algum agendamento dessa descida agora para agosto de 2011/
abraços e parabéns, linda matéria.
Marcelo, tudo bom? Por enquanto não agendei a Marcia Prado ainda, mas quando rolar vc vai saber, é so´colocar seu email que sempre que tiver passeio eu divulgo aqui! Abraçao!
E aí Gustavo, belezura?! segue meu endereço:
[email protected]
abç !
Olá, sou de Presidente Prudente interior de SP, gostariamos de participar da Rota Marcia Prado , tem alguma data para 2011, é aberto a todos tem algum custo , gostariamos muito de descer com vcs Abraços e bom pedal a todos. André
André, não tem custo não, eu só postei a rota para que todos possam fazer sem precisar necessariamente gastar com alguma empresa para isso. Não temos data ainda, mas quando tivermos, é só colocar seu email no campo da coluna da esquerda do site que vc receberá as atualizaçoes! Abraços!
Muito boa a descrição. Já tentei descer com um amigo e ficamos no meio da serra do mar, perdidos. Assim tá muito fácil. Já tamos marcando a ida, se tiver alguem ai que tiver a fim avisa. Vou deixar o e-mail: [email protected]. Abraços.
Maninho, demoro para vc organizar uma descida , tamos juntos , espero uma oportunidade !!abraços
Amigo, Muito boa a descrição estou planejando de fazer a viagem entre o final deste mês e o começo do próximo.
Pra eu me programar direito. Qto tempo vocês levaram, desde a ciclovia até Santos?
Abraço.
A Viagem pela Marcia Prado demora todo o dia. Se sair umas 8 da manhã, chegará na Pamonha lá pro meio dia. Isso parando para comer e para descasnsar. É claro que o tempo é muito influenciado pelo número e experiência dos ciclistas que estão contigo, além do número de paradas turísticas e de abastecimento. Mas meu mínimo foram 10 horas de viagem e o máximo 14 horas, no dia em que cheguei em Santos já no final da tarde quase escurecendo.
Show…. me fala uma coisa, o grau de dificuldade, principalmente dentro do parque?
Vlw.
O grau de dificuldade dentro do Parque Serra do Mar, na minha opinião, é médio. No geral, são descidas, mas o limo e a inclinação lateral das pistas em algumas curvas bem fechadas tornam a descida um pouco perigosa. Portanto aconselho fazer com cuidado, sem correr, para entender direitinho o trajeto. Além disso, há 7 subidas, sendo umas 5 mais íngrimes, pois a estrada contorna as montanhas por fora. Mesmo assim, acredito que com cuidado qualquer pessoa é capaz de fazer. Não é difícil no quesito resistência, mas sim de atenção e cuidado.
Parabéns pelo blog cara…
Estou planejando com alguns amigos, fazer a Rota Marcia Prado… somo iniciantes na arte do pedal, nosso maior trajeto foi Grajau-Ibirapuera…
Estamos treinando, e vamos em 12 de Novembro… Ou se vcs marcarem uma data proxima iremos com vcs se pudermos….
Vlw
Me chama que eu vou junto! Ai posso guiar vocês. Eu sou sozinho, o grupo que se forma é assim, eu marco a viagem e as pessoas aparecem no ponto de encontro hehe. abraços
Clayton eu tambem estou afim de ir com vç mande a data , locau e a hora que vçs vam que eu irei tambem.emal [email protected]
Cara… antes de mais nada, meus parabens pelo incentivo à bike…
qto ao Marcia Prado, há previsao de descida em dezembro, tipo pelo dia 10/12? To programando ferias pra me preparar…
tem uma data certa?? eh um evento organizado por algum grupo ou eh meio q cada um por si?
Cara, se vc puder me dar um tok eu agradeço velho…
valew…
Cara, eu já fui muitas vezes pra essa rota e recomendo muito, é bem legal. Tem que ficar bem atento com os lugares para virar e tal, é bom perguntar pros habitantes no caminho pra não se perder, porque tem muita bifurcação na parte de terra. Depois, se seguir direitinho o que escrevi chegará são e salvo. Peç também atenção na descida da manutenção, porque vc se empolga e temumas curvas e limo no chão que podem te machucar bastante se cair. Já aconteceu de 5 caírem numa mesma viagem em 12 pessoas uma vez, então fica esperto. Qq coisa pode perguntar, mas õ blog é pessoal, não é um grupo. No facebook há um grupo Pedivelha, onde as pessoas trocam experiências e combinam viagens e a fan page pra ver as fotos e vídeos, então dá uma passadinha por lá! Abração!
OLA GOSTARIA MUITO DE FAZER ESTA ROTA QUANDO SERÁ A PROXIMA, SERÁ QUE TEM ALGUEM QUE DESCE A SERRA NOS FINAS DE SEMANA VOU PASSAR FERIAS NO GUARUJA EM VOVEMBRO E GOSTARIA DE DESCER DE BIKE UM ABRAÇO A TODOS ANDRÉ PRESIDENTE PRUDENTE-SP
É da hora esse passeio,quando vç for me dar um toque.
ola Andre . blz ,,, to querendo fazer essa rota agora , dia 22/10/11,, se tiver afim .. ia eu e um camarada , mas meu camarada ficou enrolado com provas na facul ,, se tiver afim da um toque ,,, vamo trocando ideia ,, abs
Adoraria fazer a rota. Se alguém for nos próximos finais de semana dá um toque ([email protected] e [email protected]). André
Pessoal, estamos pensando em fazer essa rota agora dia 15/10. Alguém ai vai nesse dia? A gente é meio loco ninguém treinou nem nada, vcs acham que poder dar zica? É melhor treinar um pouco antes de ir? Abs.
Gostei muito assim que tiver outro passeio me dar um toque meu emal:[email protected]
Caros,
Qual é a data prevista para o próximo passeio pela rota Marcia Prado?
Tenho grande interesse em participar. Aguardo retorno.
Oswaldo Tobal
[email protected]
Gustavo, parabéns pelo post!
Fizemos a trilha dia 2/11, foi ANIMAL!!!
Dica para marinheiros de primeira viagem:
Vá de trem até o Grajaú, economiza energia que, acreditem, vcs irão precisar.
Levem bastante comida para repor as energias pois, acreditem, vcs irão precisar.
NO RANCHO DA PAMONHA NÃO TEM RANGO…. AHHHHH… KKKKKKKK
Só tem lanche e derivados do milho, pouco pra quem chega comendo a manopla da bike…kkkk
Mas olha, a viagem a partir da estrada de manutenção é maravilhosa, SHOW!!!
eu conheço outra rota pela serra do mar.
porem muito arriscada e
perigosa. é por marsilac-parelheiros.
é feita pela linha ferrea que liga são paulo a santos e outras cidades do interior.
foi feita pra passar trens de garga a muito tempo.
é mais longe do que pela estrada de manutenção. mas para compenssar passa por pontes e tuneis lugares que são mais desabitados.
queria saber se ah algum risco nesta viajem. pela rota de manutenção?
Que olegal, não conheço essa rota que falou, tem como escrevê-la pra gente publicar e compartilhar? Na manutenção os riscos são a pista escorregadia e o tempo incerto, uma favelinha que tem lá no pe da serra caso passe reto da saída, atravessar a imigrantes no finalzinho e acidentes como em qualquer cicloviagem. Mas ao meu ver, até hoje, achei super tranqiula, o que mais me preocupa é acidente na pista que é ingrime, cheia de curvas e escorregadia. Abraços!
ACHEII BEIM LEGAL A ROTA FEITA.. IMGNS TBM LEGAIS.
PARABÉNS PELO POST.
Valeu! Obrigado!
indo por esse caminho tem alguma saida para guaruja ou outras praias
????
alguem foi recentemente pela estrada de manutenção, to querendo ir nesse sabado mas um pai de uma amigo meu disse que a estrada esta fechada, eu acho que ele quis dizer o passeio oficial pela cicloaventura, o que me parece coerente. O site da empresa nao existe mais, ligo la e ninguem atende e achei um post dizendo que estava fechado. Alguem foi recentemente sem a empresa? Esta dando pra ir numa boa?
Pedro, fui nesta quarta, dia 2 de novembro. Tá tranquilo, é só boato! Pode descer!
Galera… 10/12 eh o dia…
Vai ter esse passeio oficialmente neste dia, organizado pelo CicloBR
podem conferir detalhes no site:
http://www.ciclobr.com.br/rota_marcia_prado.asp
vejo vcs lá!!!
boa!
bem bacana a iniciativa. vou conferir a rota neste sábado pela primeira vez e após eu posto algum comentário se achar apropriado.
para quem gosta de bike e a defende como um meio de transporte fica a dica: (http://bicicletadazo.wordpress.com/)
abs
Que lega a iniciativa, quando fiquei sabendo me deu uma vontade tremenda de ir no dia 10/12/11, porém não tenho muita experiência como ciclista, não conheço as três pessoa para ir junto comigo, minha bike é simples, e tenho uma pergunta, gostaria de saber, depois para voltar para sampa com a bike, como é feito?, pedalando, se alguém quiser se juntar a mim, moro na Piraporinha na região de Santo Amaro, Zona Sul, tenho o orkut Henrique 416, valeu a todos, abraço.
Galera…
Pra quem vai amanhã na ROTA MARCIA PRADO
se quiserem economizar uns 20 km amanhã, vão até a Estação Grajaú e deixem a bike no bicicletário, para pegar amanhã cedo…
É seguro, fica tudo trancado… funciona das 4h às 0h, todos os dias…
Eh bom economizar um pouco de energia…. da ciclovia até a Est Grajaú, no começo da Av Belmira Marin tem muitas subidas
Abraço, nos vemos lah!!!
Oi, somos argentinas…estamosplanejando fazer um viagem de SP ate Rio de Janeiro,mas nao temos mt ideia de como fazer…
Vc ja fizeram esse viagem?
Sabem de gente que quer fazer o mesmo?
brigadas!
Hola, que tal! Me adicionem ao Facebook que eu explico direitinho, pode ser? ou enviem email para gusampaioATgmail.com. Mas ja adianto que devem tomar bastante cuidado.
Pela dutra acho impossível devido o transsito certos lugares sem acostamento, eu indico Saõ Paulo Santos e seguir pela Rio Santos
Oi, tudo bem gostaria de parceiros para este e outros passeios sou de Santo Amaro – Piraporinha – sou Henrique 42 anos, novo ciclista, [email protected], valeu.
Henriqeu procure este gruo no facebook, lá poderá interagir com outras pessoas: http://www.facebook.com/pedivelha
Abraços
Bom dia Gustavo! Fiz um ótimo passeio dia 10 de dezembro. Chegei na parai por volta das 15h00m. Deu tempo de voltar para Bragança Paulista para ver o baet da filha- se eu não chegasse a tempo eu iria dançar. Foi um prazer conhecê-lo e pedalar com vc por alguns kms. Vou ler aquela reportagem sobre orio e depois comentar.
Grande abraço.
João Fábio
Valeu, João, eu que agradeço! Também cheguei por volta desse horário. Abraços!
João, você mora em Bragança? Estou morando em Bragança há 5 anos e desde que mudei para cá não pedalei mais, porém quando morava em Monte Alto pedalava bastante e minha bike continua aqui guardada.
Vi as fotos do passeio acima e achei bem legal, deu saudades da época que eu pedalava.
Você conhece uma galera que pedala por aqui? Se conhecer dá um toque.
Saudações,
Carlos Renato
Olá Carlos, o pessoal de Bragança está no facebook: Bragbikers. Lá, o pessoal combina os pedais. Toda terça de noite e domingo pela manhã tem uma turma que pedala +-30 a 40kms no xc. Faça uma visita. Abraços
vamos continuar cobradndo nossos direitos,e vamos curti toda essa beleza que o circuito nos oferece.valeu marcia a guerreira de capaceta vermelho
Bom dia Gustavo, tô passando pra desejar um ótimo 2012, com muitas viagens e pedaladas. Que você continue um exemplo para o cicloturismo.
Não esqueça de nos avisar quando for descer para Santos pela RMP ou pela Imigrantes-manutençao, e se eu puder acompanhá-los, ficarei agradecido.
Abraços
Valeu, João! Abração pra ti também e muito pedal em 2012!
Excelente descrição da rota, graças à isso meus amigos e eu conseguimos fazer ela no dia 06/01/2012. Só tem um pequeno erro, na Avenida Dona Belmira Marin você diz que tem que virar à direita, mas na verdade deve-se virar à esquerda. Durante o trajeto consertamos algumas placas e recuperamos outras da Rota Márcia Prado para orientar os ciclistas =D.
Parabéns Gustavo e muito obrigado por todas as valiosas dicas.
Valeu pelos ajustes, hehehe! Abraços!
Ola, bem explicadinho e bastante ilustrado ta de parabens.
Gostaria de algum contato seu ou de alguem q participo da viagem pois tou querendo realizar essa viagem na minhas ferias no meis que vem e gostaria de pegar algumas dicas se puder me passe msn ou telefone mtu obrigado!
me liga qq coisa 7 4 4 4 1 4 4 7 sao paulo! Valeu pelos elogios!
qq coisa liga pra mim que eu te ajudo sim, sem problemas! 7 4 4 4 1 4 4 7
MORO EM COTIA, GRANJA-VIANA, PEDALO EM MEDIA 10 KM. POR DIA, IA ARRISCAR A DESCIDA PELA IMIGRANTES, DAÍ CONHECI ESSA ROTA!!! VOU REUNIR A GALERA DO PEDAL DAR UMA GERAL NA MAGRELA E CAIR NO TRECHO!!! SÓ NÃO VAI QUEM NÃO GOSTA, MASTIGADINHO É MODÉSTIA, TÁ ENGULIDO!!! VALEU, DEPOIS POSTO AS FOTOS E VIDEOS!!!
Galera a rota é ótima, mas o preparo físico é necessário. Fomos em 3 neste último domingo, nenhum atleta e penamos um bocado, mas chegamos até a areia da praia. Pra quem não sabe o ônibus de viagem leva as bikes no porta malas, e no domingo metrô e trem é liberado para bikes. Portanto é possível ir e voltar no mesmo dia, e ainda pegar uma praia.
Cara meus parabens! mandou muito bem na reportagem…..
eu meus amigos somos de Santo Andre e estamos pedalando ha 4 meses….somos domingueiros (rsrsr) o maximo que pedalamos foi 50KM….sempre estrada.
Curti muito esta rota….devo sair de SBC.
Pergunta…como vcs voltam? pedalando?
Cara, quando chegar em Santos, a rodoviaária é na entrada da cidade, aí é só pegar o onibus…às vezes eles só deixam subir 4 por vez em cada ônibus, mas é tranquilo! Abraços!
Pessoal, alguém está afim de fazer esse passeio depois do feriado de páscoa? Moro próximo à USP. Tb tenho um amigo que pedala, então já são 2 pessoas.
Rafael, eu provavelmente irei para lá no final de semaa seguinte ao da páscoa para levar alguns que estão me pedindo há tempos, porque não se junta a nós? Abraços!
Cara vc diz no próximo final de semana, ou no outro? Vc pretende ir então no dia 14 ou 15 de abril?
Fala Rafael, cara se estiver afim da um alo, 98678089 fui em fevereiro e topo ir novamente.
Olá MIchel. Com certeza podemos ir juntos. Eu estava planejando ir com o Gustavo nesse fim de semana, mas pelos meus “treinos” na usp vejo que estou sem ritmo e posso emperrar em uma das subidas. Preciso pedalar pelo menos todo esse mês de abril antes de fazer a viagem. Eu e um amigo estamos planejando ir em Maio, seguindo o tutorial aí de cima. Se quiser ir junto, podemos combinar.
Cara…parabéns pela descrição.
Suas horas gastas neste trampo estão sendo muito úteis para muita gente.
Esse incentivo ao pedal é essencial para a revolução das bikes, que já já vai estourar por ae.
Vou fazer essa rota sozinho daqui a pouco…espero que de tudo bem!
Abração
Gustavo,
Parabéns pelo relato incrível! Na sexta-feira passada eu e sete amigos percorremos a Rota Marcia Prado tendo a sua descrição como principal fonte de orientação. Tomamos as precauções necessárias e tudo correu perfeitamente bem, o passeio foi lindo, ficamos muito deslumbrados.
Muito obrigado pelas informações e pela paciência.
Um grande abraço,
Mario
Olá.
Parabéns pelo relato. Quero fazer o trajeto agora em maio com um grupo de amigos. Alguma sugestão?
Tenho duas dúvidas. A primeira é se o trecho a partir da segunda balsa da ilha do Bororé é tranquilo quanto a não se perder no caminho. Vendo pelos mapas há várias estradas que cruzam o caminho. Esse trecho é uma estrada principal que vai até a Imigrantes?
Sobre a parte em que você chega na Imigrantes, você escreveu que passou por debaixo da rodovia e foi pelo acostamento até o Rancho da Pamonha, certo? Como você fez? Você voltou pela estrada do Capivari até a Imigrantes ou existe algum outro acesso mais curto como uma trilha para pedestre?
Abs e parabéns pelo blog. Renato.
Oi, Renato. Após a segunda balsa o trecho é de terra, e todas as estradinhas são bem parecidas, então há risco de se perder sim. Ainda existem poucas placas indicando o caminho, mas para não se perder, duas dicas: pergunte para a populção local pra onde fica a imigrantes, eles são receptivos e vc precisará deles para comer algo ou tomar algo no meio do caminho, tem alguns bares. Segunda: há duas bifurcações em T. Em uma delas, há um bar com mesa de sinuca. Ali vc escolhe pedalar 10 km a mais na terra pela direita ou já sair na imigrantes indo pela esquerda. Eu gosto de já cair na estrada, sair um pouco atrás, e pedalar no asfatoo o resto, mas é gosto…
Abraços e obrigado!
Parabéns pelo relato.
Pretendo ir em março com um grupo de amigos. Tenho duas dúvidas.
O trecho entre a segunda balsa e a Imigrantes é tranquilo quanto a não se perder no caminho? É uma estrada só ou são várias?
Quando você escreveu “Se decidir passar por baixo da Imigrantes e pegar o acostamento na contra-mão”, como você acessou a Imigrantes? Por um acesso para pedestres, trilha ou algo do tipo? Ou foi pela estrada do Capivari até onde ela se conecta com a Imigrantes e aí você voltou pelo acostamento até o rancho da Pamonha?
Abs
A imigrantes passa por cima das estradinhas de terra, e se na bifurcação em T que falei no outro comment vc decidir ir pela esquerda, você logo verá a pontezinha. Se passar por baixo dela, tem que pegar o acostamento na contra-mão. Se subir do lado certo, vai a favor. Se for a favor, o vento ajuda a pedalar. Contra o vento atrapalha muito, então é opção tb, eu prefiro a favor! Abraços!
Olá!
Gostei muito do relato. Eu e uns amigos gostaríamos de viajar com vocês uma hora dessas.
Mande um alô.
Abraços
olá, estou programando com um grupo de 40 pessoas em fazer essa viagem, mas iremos de ônibus até o posto depois do pedágio da imigantes e entraremos direto na estrada de manutenção. pretendemos ir para o Guarujá ao invés de Santos. quais dicas voce poderia me dar? se possível, claro. sds.
Aí pessoal. Façam uma boa viagem amanhã. Infelizmente não poderei ir dessa vez, mas estou planejando ir muito em breve com um amigo (dentro das próximas semanas). Se alguém quiser juntar-se a nós, só falar! Qualquer companhia é bem vinda!
Pessoal, tenho muita vontade de participar de uma ventura igual a essa, mas não tenho com quem ir.
Alguém poderia dar uma força ?
Agradeço desde já.
Gustavo boa tarde, estarei fazendo a descida neste final de semana – sabado dia 05/05/12, porem recebi a informação que o parque esta fechado por conta de deslizamentos, voce tem alguma informação a respeito ?
Não dá pra descer, teve deslizamento perto da ponte e está fechado!!
Gustavo a que ponte voce refere-se ? Da para fazer alguma manobra e contanar para continuar descendo até santos? Vi apenas agora sua msg e esta tudo pronto para sairmos 6:00hs da matina, Teria alguma outra alternativa – esta programada a saida da Imigrantes no trecho 5 – Posto Bursatto que fica proximo ao rancho da pamonha.
Gusatavo vi um blog que fala do deslizamento em fev 2012, porem os caras passaram na boa carregando as bikes nas costas. – adhocbikers2.blogspot.com.br
[...] disponível para acompanhar – para quem quiser ter informações detalhadas da Rota, recomendo este post do blog Pedivelha, bem didático e completo sobre os riscos e trajeto da [...]
Ola. Estou programando fazer essa trilha – ou a calçada Lorena, nao sei bem – e caí aqui no seu blo. mto legal sua descriçao de td. Gostaria de uma opinião: entre esta e a calçada Lorena – se é que vc já fez – qual a mais fácil de pedir autorização? Aliás… como se faz isto? Se puder responder no meu email, agradeço. Muito obrigada. Paloma – [email protected]
Paloma, nunca fiz a Lorena, mas em 21 vezes que fiz a Márcia Prado, nunca tive problemas com polícia ou autorização, nunca pedi e nunca parei e tive que voltar. Ou tenho sorte, ou não pega nada mesmo hehehe!
Gostaria de fazer essa trilha. Se tiverem um grupo e se puderem me incluir favor me avisar.
Luiz, deixe seu email na barra lateral que você receberá um aviso a cada nova viagem, pode ser? Abraços!
boa tarde pessoal , quando sera a nova aventura, ate santos sempre quis ir mas ninguem que conheço quer participar . mande a nova data e saida obrigado
malves, coloque seu email para receber atualizações no canto esquerdo do blog que vc receberá as próximas viagens! Não enviamos malas diretas, apenas novas rotas e dicas de cicloturismo. Abraços
Caramba cara, você não tem noção de como você me ajudou mano. Eu to procurando por isso a umas 3 semanas já.Sério, muito obrigado por ter postado tudo isso aqui. Provavelmente vou fazer a minha primeira descida esse domingo. Depois eu voltou aqui pra te dizer como que foi. Mas ae, muito obrigado mesmo, de coração!!!
Obrigado, Henrique! Depois volte para dizer o que achou da rota! Esse post é antigo, as plaquinhas podem não existir mais, mas ainda há algumas e perguntando o pessoal no caminho te ajudará bastante!